RSC-287 será totalmente monitorada por câmeras até o fim de 2023


Por: Portal Arauto
Publicado 01/10/2021 06:42
Atualizado 01/10/2021 06:42

Geral   MONITORAMENTO

A Concessionária Rota de Santa Maria, do Grupo Sacyr, pretende ter 100% da RSC-287 monitorada por câmeras até o fim de 2023. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (30) durante um encontro com a imprensa regional, comemorativo aos primeiros 30 dias da concessão de três décadas. 

Conforme o diretor-geral da Concessionária, Renato Bortoletti, o objetivo é trazer mais segurança aos usuários e atendimento mais ágil em caso de acidente. "Mesmo que o usuário não tenha sinal de telefone, internet ou o que for, vamos conseguir visualizar mais rápido. As câmeras hoje já identificam e não dependeremos apenas do funcionário que estiver na operação. A câmera já identifica o carro que está fora da pista e aciona um alerta para fazer o atendimento", explica. 

Além disso, a concessionária trabalhará para garantir conexão de internet aos usuários. Nas praças de pedágio e nas futuras bases de operação, os motoristas terão acesso ao Wi-Fi. Já a instalação de novas torres de telecomunicação na rodovia depende do Poder Concedente pleitear a causa. "Queremos fazer uma comunicação sobre a importância disso para o usuário, que muitas vezes tem um sinistro e não consegue ligar porque não tem sinal", diz. 

Início de grandes obras

Embora a Rota de Santa Maria pretenda antecipar algumas obras, o contrato prevê que as primeiras grandes intervenções iniciem no terceiro ano em trechos urbanos, todos eles no mesmo momento. Já as obras em trechos rurais, conforme o contrato, devem ser realizadas a partir do sexto ano. "Existem obras previstas em trechos rurais que dependem de gatilho de tráfego. Ou seja, quando o tráfego na rodovia se tornar maior do que 18 mil veículos por dia, teríamos que antecipar", comenta Bortoletti.

Por isso, a concessionária está propondo ao Poder Concedente - Governo do Rio Grande do Sul - que tragam todas essas obras para o prazo de cinco anos. Essas intervenções, assim com as demais previstas no contrato, sempre irão ocorrer de forma que o fluxo de veículos não seja totalmente prejudicado. "A obra ficará sempre ao lado direito da rodovia e vamos trabalhar para não interferir para o usuário. Porém, mesmo trabalhando ao lado, haverá alguns desvios por conta da passagem do maquinário", destaca. 


Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini
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