O que os visitantes da Oktoberfest costumam levar?


Publicado em 18/10/2019 12:30 Atualizado em 18/10/2019 16:41 Geral Região Cobertura Especial   DIVERSIDADE Fonte: Jornal Arauto

A Oktoberfest, de Santa Cruz do Sul, atrai pessoas de várias cidades, seja elas de perto ou de longe, até mesmo fora do país. Durante 12 dias, aproveitam para conhecer mais de perto a Festa da Alegria e a cultura germânica mantida em Santa Cruz do Sul. A Oktober traz na gastronomia pratos típicos e os sabores das agroindústrias familiares. Além dos shows, desfiles e atrações conhecidas do público, deixa marcas e lembranças para quem a frequenta. Cada um pode levar consigo, na memória, a música, a animação e alegria e, ainda, através dos registros fotográficos a beleza da festa. A Oktoberfest pode ficar guardada e marcada com as lembranças em forma de adereços, como canecos de chope, chapéus, tiaras e botons. É uma infinidade de itens para apreciar e adquirir.

Cuca e linguiça: um dos pratos típicos alemães
Quem passou pelo Parque da Oktoberfest já viu que tem como se deliciar com a diversidade gastronômica. Os pratos típicos, por sinal, têm sido uma boa pedida, principalmente para aqueles que ainda não provaram a mistura do doce e salgado, a exemplo da cuca com linguiça, que podem ser saboreadas em diversos locais. No café colonial, preparado pela equipe do Paragem, junto à Bierhaus, as opções são diversas. São mais de 65 itens que compõem a mesa do café, enchendo os olhos e aguçando o paladar.

Além de doces e salgados tradicionais, há opções voltadas à culinária germânica, como cucas e linguiças, costelinha de porco, joelho de porco (eisbein), chucrute, keschmier, queijos coloniais e sobremesas típicas, como tortas e ambrosia. No local, além do buffet, os visitantes podem preparar a marmita e levar para casa. 

A VERDADEIRA CUCA
É em Santa Cruz do Sul e região que a “verdadeira” cuca é encontrada. Com uma massa macia e mais fina, ela vem recheada de sabor, diferente das cucas de regiões mais distantes, em que se parece com um pão recheado. Isso é o que confirmam as primas Enilda Bitelo, de 65 anos, e Maria Selma da Silva Ramos, de 72. Moradoras de Tramandaí, esta foi a primeira vez que vieram para a Oktober e a primeira vez que iriam saborear um dos pratos mais tradicionais da cultura alemã: cuca com linguiça. “Vamos comer aqui e levar”, conta Maria Selma. “Lá em Tramandaí não tem esse tipo de cuca. Lá, a cuca parece um pão com recheio”, revela.

Adereços: canecos são os preferidos
Quem vai para a Oktoberfest não pode deixar de levar uma lembrancinha, para si ou familiares. Na loja Oktober Haus, espaço com roupas típicas e lembranças, os visitantes encontrarm variedade de adereços, mas o que acaba tendo mais saída são as canecas de chope, afirma a proprietária, Maria Lunardi Faleiro. Algumas pessoas, inclusive, já saem usando o caneco à tiracolo. 

Segundo ela, por se tratar da Festa da Alegria, os diferentes canecos são a opção para agradar a todos os gostos, podendo ser encontrados em alumínio, coloridos, com cordão tirante (fita para prender), em formato de barril ou de porcelana. Além dos canecos, para entrar no clima da Festa da Alegria, para os que não querem utilizar os trajes típicos, há disponível no espaço as tiaras, os chapéus e as camisetas. Mas tem os que já vêm de casa vestidos a caráter, como Flávio Teixeira e Simone Franco. Oktober sem roupa típica não é Oktober, segundo ela, que visitou Santa Cruz nesta semana e se encantou com a cidade.

Recordações: na memória ou nos registros fotográficos
Muito mais do que aproveitar a música, a dança e a diversão, a Oktoberfest também é um local que deixa marcas, recordações. E para que não se apaguem da memória, há visitantes que eternizam este momento através da fotografia. É o que fizeram Rosani Piveta da Silva e Andrea Xavier, de Santa Maria. Além de fotos nos totens dos bonecos Fritz e Frida, símbolos da festa, as visitantes não deixaram de registrar o nível de alegria, no alegrômetro. 

Para Rosani, a Oktober é uma festa que contagia e enche de alegria. E o que atraiu ela e Andrea para virem é saber que por trás do evento tem cultura e uma proposta.

Confira a matéria completa na edição desta sexta-feira, do Jornal Arauto.

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Tânia Machado e Balbina Goldas, de Rio Pardo, se contagiam (Foto: Luciana Mandler/ Jornal Arauto)
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No café colonial há opção de buffet ou preparar a marmita (Foto: Luciana Mandler/ Jornal Arauto)
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Enilda e Maria Selma saborearam cuca e linguiça (Foto: Luciana Mandler/ Jornal Arauto)
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Lojas investem na variedade dos canecos para atrair público (Foto: Luciana Mandler/ Jornal Arauto)











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